terça-feira, 21 de novembro de 2017

Sem piedade


«Quero que me fodas sem piedade nenhuma», pediu ela de olhos erguidos para mim. Senti no olhar dela uma mistura estranha de súplica e frieza. «Tens a certeza?» perguntei ao mesmo tempo que ela anuía. Agarrei-lhe então pelo cabelo junto à nuca com uma das mãos e com a outra rasguei-lhe a blusa deixando-lhe ao descoberto os seios que se avolumavam diante dos meus olhos esfomeados. Despi-a por completo, encostei-a à parede, molhei três dedos na boca dela e ao mesmo tempo que a beijava introduzi-lhe os dedos no sexo molhado e apertei-o como se de uma pega se tratasse. Puxei-a para mim e voltei a empurrar-lhe a cintura contra a parede. Fazendo-se ouvir o rabo dela a embater no cimento. Tirei o cinto das calças, atei-lhe as mãos atrás das costas, ajoelhei-a diante de mim, tirei o meu pau para fora, agarrei-a pelos cabelos novamente e controlei eu o ritmo com que me chupava fazendo-a entalar-se diversas vezes. Fi-la erguer-se depois diante de mim, segurei-lhe o rosto pelo queixo, torcendo-lhe os lábios e lambi-lhe a boca toda antes de a esbofetear. «A tua vontade primeiro», sussurrei-lhe ao ouvido antes de a atirar para a cama de barriga para baixo. Coloquei-me por cima dela como se me quisesse sentar sobre o seu rabo, peguei no meu pau e introduzi-o até ao fundo no corpo dela. Com uma mão a agarrar-lhe atrás do pescoço e com a outra quase toda dentro da sua boca ganhava balanço para me fazer entrar a todo o custo naquele sexo apertado e desejoso de muito mais de mim.

do teu Afonso.

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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Vamos para minha casa


Fiz-lhe sinal para abandonarmos o bar depois de o nosso grupo de amigos se ter fragmentado. Não sou de beber e nessa noite nem tinha bebido muito, mas por pouco que tivesse sido não iria conduzir. «Vamos para minha casa», disse-lhe ao ouvido ao mesmo tempo que lhe agarrava na mão. Não esperei nenhuma resposta e segui para fora. Não senti resistência na mão dela, o que me dizia que queria o mesmo que eu. Mandei parar um táxi e entrámos ambos para o banco de trás. Indiquei a morada ao senhor do volante e sem demora agarrei-me à boca dela. Acariciei-lhe a barriga por cima da roupa e depois subi até aos seios, fazendo-a ferver em poucos segundos. Deitou-me uma mão à coxa e procurou a dureza do meu sexo logo depois. Topei pelo canto do olho que o senhor do volante nos observava pelo retrovisor. Debrucei-me sobre o ombro dele, fui ao bolso de trás das minhas calças, agarrei nas notas que lá tinha e sem saber o valor que trazia encostei-as ao peito do taxista. «Isto fica só entre nós», sussurrei-lhe ao ouvido. Voltei a recostar-me no banco, desci as calças e pu-la a chupar-me ali mesmo. Ela estava de vestido e enquanto me chupava eu acariciava-lhe as nádegas quentes e empinadas bem ao meu lado. Tirei-lhe o pau da boca, virei-a para a janela, de rabo para mim, e mostrei-lhe como se usa bem a língua sem dizer uma palavra. Coloquei um joelho sobre o banco, as minhas costas coladas ao teto e comecei a penetrá-la fortemente contra a porta do carro. Tínhamos ainda muitos km pela frente...

do teu Afonso


quinta-feira, 20 de julho de 2017

As regras do meu universo



1 - não entres se fores uma vizinha (entenda-se mente fechada);
2 - não me compares a algum escritor e muito menos a alguma personagem que lês nos teus livros eróticos. Afonso só há um;
3 - não refiras nomes de outros autores e obras;
4 - não escrevas mal o meu nome (por ex. Afonso Noite de Luar ou "Afonso", com aspas);
5 - manifesta a tua opinião, seja positiva ou negativa, mas nunca (nunca mesmo) ofendas alguém.
do teu Afonso.