quinta-feira, 20 de julho de 2017

As regras do meu universo



1 - não entres se fores uma vizinha (entenda-se mente fechada);
2 - não me compares a algum escritor e muito menos a alguma personagem que lês nos teus livros eróticos. Afonso só há um;
3 - não refiras nomes de outros autores e obras;
4 - não escrevas mal o meu nome (por ex. Afonso Noite de Luar ou "Afonso", com aspas);
5 - manifesta a tua opinião, seja positiva ou negativa, mas nunca (nunca mesmo) ofendas alguém.
do teu Afonso.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Ajoelha-te


Hoje vais ajoelhar-te diante de mim e chupar-me tanto até te começar a doer o maxilar e te entalares toda com o meu pau a tentar descer pela tua garganta. E tudo isto enquanto eu, de pé e diante da enorme janela do nosso quarto, vou observando as pessoas que passam na rua. Vamos fazer as posições que eu quiser e só vamos parar quando eu me cansar, mesmo que isso implique ires além da força e elasticidade do teu corpo. Para terminar vou vir-me na tua boca e vais engolir tudo sem reclamar. E porque eu sei que te vais portar bem depois vou pegar em ti, exausta e dorida, depositar-te na banheira e dar-te um banho relaxante antes de te secar, devolver-te à cama e adormecer-te no meu peito. 

do teu Afonso


quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Somos amigos


Somos amigos, nada mais do que amigos, mas eu fodia uma noite inteira contigo. Percorre-me na carne uma estranha vontade de saber como é entrar nesse teu corpo. De conhecer a tua cara de prazer e de saber se realmente és na cama como eu te imagino. E é errado. É tão errado isto. Mas que se foda o errado, porque esta vontade não me vai abandonar. Porventura até seria estranho, mas eu nunca permitiria que não fosse bom. Ia viver e aproveitar cada segundo que eu passasse encostado a ti, colado a ti, dentro de ti, e ia fazer-te aproveitar da mesma forma. Não me venhas dizer que não tens também em ti um desejo disfarçado de curiosidade. Se nos havemos de arrepender, então que seja depois. Depois de já nos termos provado. Depois de já termos trocado as palavras mais sujas e ofensivas que juráramos nunca dizer um ao outro (afinal de contas, e assim continuará a ser, somos amigos). Depois de te vires compulsivamente e encharcares a cama. E depois de eu me vir na tua barriga, ou nas tuas costas, ou na tua boca, ou mesmo dentro de ti, e me assolar aquela estranha sensação de gozo misturado com arrependimento, e pensar para mim “foda-se, somos amigos, mas foi tão bom!”.

do teu Afonso.


sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Desejo-te, porra!


Desejo-te, porra! Mas desejo-te profundamente com toda a alma. Pareço louco, mas não sou louco. No entanto sei que te consigo enlouquecer. Desejo (como quem implora por um bocado de vida) sentir o teu corpo. Por dentro. Quente. Molhado. Apertado. Quero prová-lo, devorá-lo, saciá-lo. Beijá-lo onde tem de ser beijado, lambê-lo onde tem de ser lambido e penetrá-lo onde merece ser penetrado. A maior vontade que sinto neste momento é fazer do teu corpo o meu objeto sexual. Sempre com amor. Com cuidado. Com carinho. Com desejo. Mas ao mesmo tempo destruí-lo em bocados de prazer e orgasmo. Sinto (e olha que não minto) que é mais do que um desejo. Arrisco-me a dizer que é um sonho ter-te na minha cama. Despida. Em cima de mim. E eu a agarrar-te o rabo com vontade enquanto faço o meu pau percorrer-te o corpo num vai e vem alucinante e, ao mesmo tempo, como se respirar fosse uma necessidade secundária, lamber-te deliciosamente os seios. Pode ser um sonho meu, mas se entrares nele posso garantir-te que será também um sonho teu. Está nas tuas mãos.

do teu Afonso.


sábado, 10 de setembro de 2016

Até faltarem as forças


A vontade que sinto de fazer entrar o meu corpo no teu é vorazmente destruidora. Quero do fundo da minha alma, como se disso dependesse a minha lucidez, penetrar-te profundamente até não poder mais. Agarrar-te firmemente com as duas mãos pelas ancas e rasgar-te por dentro com o meu pau duro e grosso. Uma atrás da outra, sempre seguido até começarem a faltar as forças. Fazer-te vir uma, duas, três, vinte vezes até te desidratar o corpo e não sair mais nada. Quando eu, deitado por baixo de ti, te estiver a penetrar à velocidade da luz ao mesmo tempo que te seguro no rosto e te olho nos olhos, quero que te deixes vir. Quero tirar o meu pau de dentro de ti e sentir o teu fluido orgasmicamente quente a molhar-me a barriga. E depois… depois quero fazer-te sentar sobre mim, ao mesmo tempo que te perfuro o corpo devagar, e repetir tudo de novo.

do teu Afonso.