sábado, 10 de setembro de 2016

Até faltarem as forças


A vontade que sinto de fazer entrar o meu corpo no teu é vorazmente destruidora. Quero do fundo da minha alma, como se disso dependesse a minha lucidez, penetrar-te profundamente até não poder mais. Agarrar-te firmemente com as duas mãos pelas ancas e rasgar-te por dentro com o meu pau duro e grosso. Uma atrás da outra, sempre seguido até começarem a faltar as forças. Fazer-te vir uma, duas, três, vinte vezes até te desidratar o corpo e não sair mais nada. Quando eu, deitado por baixo de ti, te estiver a penetrar à velocidade da luz ao mesmo tempo que te seguro no rosto e te olho nos olhos, quero que te deixes vir. Quero tirar o meu pau de dentro de ti e sentir o teu fluido orgasmicamente quente a molhar-me a barriga. E depois… depois quero fazer-te sentar sobre mim, ao mesmo tempo que te perfuro o corpo devagar, e repetir tudo de novo.

do teu Afonso.


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