sábado, 25 de fevereiro de 2017

Ajoelha-te


Hoje vais ajoelhar-te diante de mim e chupar-me tanto até te começar a doer o maxilar e te entalares toda com o meu pau a tentar descer pela tua garganta. E tudo isto enquanto eu, de pé e diante da enorme janela do nosso quarto, vou observando as pessoas que passam na rua. Vamos fazer as posições que eu quiser e só vamos parar quando eu me cansar, mesmo que isso implique ires além da força e elasticidade do teu corpo. Para terminar vou vir-me na tua boca e vais engolir tudo sem reclamar. E porque eu sei que te vais portar bem depois vou pegar em ti, exausta e dorida, depositar-te na banheira e dar-te um banho relaxante antes de te secar, devolver-te à cama e adormecer-te no meu peito. 

do teu Afonso


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